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Resultados da busca de jurisprudência 9 julgados encontrados

A contratação de detetive particular não é suficiente para justificar ação penal por perturbação da tranquilidade

Origem: STJ  

Não descrevendo claramente a denúncia que o agente, por acinte ou motivo reprovável, contratou detetive particular para “ostensivamente” vigiar e, assim, molestar alguém ou perturbar-lhe a tranquilidade, não se tem configurada a contravenção penal do art. 65 do Decreto-Lei n. 3.688/41 (LCP). A ausência do elemento subjetivo específico ...

A conduta de expor produtos à venda em supermercado com margem de lucro superior a 20% amolda-se ao tipo penal disposto no artigo 4º, alínea “b”, da Lei nº 1.521/51

Origem: STJ  

A conduta imputada ao recorrente, de expor produtos a venda em seu supermercado com margem de lucro superior a 20% amolda-se ao tipo penal disposto no artigo 4º, alínea “b”, da Lei nº 1.521/51, sendo descabida, portanto, a pretensão de trancamento do inquérito policial.
STJ. 6ª Turma. AgRg no HC 592.056/SP, Rel. Min. Nefi Cordeiro, ...

Os efeitos da condenação previstos no art. 7º da Lei n. 9.613/98 são automáticos e decorrem da própria condenação, independentemente da indicação de motivos para a incidência dessa consequência específica

Origem: STJ  

O art. 7º, II, da Lei n. 9.613/98 impõe como efeito automático da condenação pelo crime de lavagem de capitais, para além dos previstos no Código Penal, a interdição do exercício de cargo ou função pública de qualquer natureza e de diretor, de membro de conselho de administração ou de gerência das pessoas jurídicas referidas no art. ...

O porte de arma branca é conduta que permanece típica na Lei das Contravenções Penais

Origem: STJ - Informativo: 668  

A previsão do art. 19 da Lei das Contravenções Penais continua válida ainda hoje?
• Em relação à arma de fogo: NÃO. O porte ilegal de arma de fogo caracteriza, atualmente, o crime previsto nos arts. 14 ou 16 do Estatuto do Desarmamento.
• Em relação à branca: SIM. O art. 19 do Decreto-lei nº 3.688/41 permanece vigente ...

O crime do art. 359-C do CP é próprio considerando que somente pode ser sujeito ativo do delito o agente público que tenha poderes para contrair obrigação em nome do ente que representa

Origem: STJ - Informativo: 657  

O delito do art. 359-C do Código Penal é próprio ou especial, só podendo ser cometido por agentes públicos titulares de mandato ou legislatura.
STJ. 5ª Turma. AREsp 1415425-AP, Rel. Min. Joel Ilan Paciornik, julgado em 19/09/2019 (Info 657).

Representante legal de empresa que contratou a realização de obra não responde penalmente por desabamento ocorrido na construção

Origem: STJ - Informativo: 601  

O representante legal de sociedade empresária contratante de empreitada não responde pelo delito de desabamento culposo (art. 256, parágrafo único, do CP) ocorrido na obra contratada, quando não demonstrado o nexo causal, tampouco pode ser responsabilizado, na qualidade de garante, se não havia o dever legal de agir, a assunção voluntária de ...

Deputado que, em entrevista à imprensa, afirma que determinada Deputada "não merece ser estuprada" pratica, em tese, incitação ao crime (art. 286 do CP)

Origem: STF  

O Deputado Federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirmou que a também Deputada Federal, Maria do Rosário (PT-RS), “não merece ser estuprada por ser muito ruim, muito feia, não faz meu gênero”. E acrescentou que, se fosse estuprador, "não iria estuprá-la porque ela não merece".
O STF entendeu que a conduta do parlamentar configura, em tese, ...

Atipicidade penal do exercício da acupuntura

Origem: STJ  

O exercício da acupuntura por indivíduo que não é médico não configura o delito previsto no art. 282 do CP (exercício ilegal da medicina, arte dentária ou farmacêutica).
Não existe lei federal prevendo que a acupuntura é uma atividade privativa de médico (art. 22, XVI, da CF/88).
STJ. 6ª Turma. RHC 66641-SP, Rel. Min. Nefi ...

Art. 25 da Lei de Contravenções não foi recepcionado

Origem: STF  

O art. 25 da Lei de Contravenções Penais não foi recepcionado pela CF/88 por violar os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da isonomia.
Art. 25. Ter alguém em seu poder, depois de condenado, por crime de furto ou roubo, ou enquanto sujeito à liberdade vigiada ou quando conhecido como vadio ou mendigo, gazuas, chaves ...

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